Computador de Açúcar

A “almsugar (2)a” dos computadores está contida nos processadores, e apesar de estarem envolvidos em um mito de que é uma tecnologia complexa, eles funcionam basicamente com um sistema de decisões básica do tipo SIM ou NÃO, chamado código binário. Baseado nisso, Alexander Schiller e sua equipe, desenvolveram na universidade de Jena, Alemanha, um processador químico movido a açúcar.

A equipe utiliza duas substâncias para representar os estados binários, um corante fluorescente e um agente que elimina a fluorescência. O experimento é simples, utilizando uma pipeta, pinga-se nos vasos de reação contendo corante fluorescente uma solução de açúcar. Assim que o açúcar entra em contato com o agente, ele perde sua capacidade, então o corante entra em cena e os resultados são interpretadas da seguinte maneira: quando não emite luz entende-se 0 (zero) e quando brilha, considera-se 1 (um).

Apesar dos bons resultados, o protótipo não apresenta a capacidade de processamento de uma calculadora comum, levando cerca de 40 minutos para a resolução de uma conta de subtração. O objetivo do trabalho desenvolvido por Schiller é criar um computador químico, porém para ser utilizado em conjunto com a microfluídica, já existentes como o biochip e micro laboratórios, e não como um concorrente. Poderá ser empregado em análises laboratoriais complexas, simplificando o processo, o que torna a busca por esse tipo de processador vantajosa.

Júlia Azevedo

REFERÊNCIAS: